Somos A Soma De Nossos Hábitos


Olá, queridas!

Estava lendo a revista “Scientific American: Mente Cérebro” e me deparo com a seguinte matéria: “O cérebro se acostuma com a desonestidade”, da jornalista Monica Oliveira. Logo resolvi copiar um trecho da entrevista para conversar com vocês sobre esse assunto:

Quando repetimos seguidamente uma ação, tendemos a nos aperfeiçoar nessa prática. Com mentiras a lógica é a mesma: faltar com a verdade com frequência nos torna mentirosos cada vez mais habilidosos – e constantes. Começamos com engodos mais “inocentes” e, aos  poucos, eles abrem espaço para outros maiores. Do ponto de vista neurológico, o cérebro se familiariza com esse comportamento. Um estudo publicado no periódico Nature Neuroscience sobre uma pesquisa desenvolvida na Universidade College de Londres revelou uma conclusão inquietante: nós nos acostumamos à desonestidade e nossos julgamentos como certo e errado se tornam gradativamente mais elásticos. Exames de ressonância magnética realizados enquanto voluntários eram convidados a mentir em variadas circunstâncias mostraram que as amigdalas passam a ser gradualmente menos ativadas à medida que se pratica a desonestidade com maior constância. E mentir se torna uma prática corriqueira, principalmente quando a pessoa acredita realmente na mentira que conta.” (Scientific American: Mente Cérebro. Junho de 2017).

Já conversamos em outros textos sobre hábitos e, mais uma vez, os lembrarei que hábitos podem ser positivos e negativos e eles “nascem e se desenvolvem” quando repetimos atitudes e comportamentos, devido às sinapses – conexões cerebrais que são realizadas ao ter as ações.

Nas “Quartas do Sofá” – live no Instagram em que refletimos sobre alguns assuntos – já conversamos sobre percepção – forma como sentimos, vemos e agimos diante do mundo e para ele. Somos seres humanos em constante crescimento, evolução e somos impactados diariamente por tudo o que ocorre conosco, com pessoas próximas e com o mundo. Além disso, cada pessoa tem sua genética, se desenvolve dentro de um contexto familiar que sempre tem peculiaridades e a cultura que está inserida. Esse “combo” ainda inclui inconsciente – recordações e sensações. Tudo isso contribui para que não existam duas pessoas com personalidades, pensamentos e comportamentos iguais. Somos únicos! Mas o que isso tem a ver com o assunto proposto? Tudo! O que fazemos hoje é reflexo – daquilo que já vivemos, sentimos, seja positivo ou negativo. Somos um todo e não partes.

Você pode ter vivido a mesma situação que seu irmão ou irmã – se você é filha(o) única(o), que seus pais, e o impacto é diferente. Cada pessoa sente de uma forma e ao longo da vida nos encarregamos de buscar o que queremos acreditar para evitar o que não gostaríamos. Esse comportamento acontece com todos nós – inconscientemente buscamos proteção, por vezes cometemos equívocos que, na maioria das vezes, têm a ver com o nosso padrão familiar, crenças e repetições familiares.

Dadas as informações acima, uma coisa é fato: reflita sobre suas posturas e seus hábitos – positivos e negativos. Aumentar o seu autoconhecimento é a única garantia que você terá para conhecer os seus valores, princípios de vida, o que você espera, quer e está disposta a fazer nessa passagem pela terra, chamada vida!

Tudo começa por você – histórias que você conta e acredita e as histórias reais – crenças – atitudes – comportamento. Aumentar os recursos internos te trará segurança para entender seu padrão.

Ótima reflexão!

Espero que tenham gostado. Dúvidas? Entre em contato.

Um beijo e até a próxima.

Janaína Leão: Psicóloga e Coach

@psicologa_coach  |    janaina@janainaleao.com.br     |    www.janainaleao.com.br

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Fonte: Lala Rudge

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